domingo, 14 de agosto de 2011

domingo, 15 de maio de 2011

Não existem sonhos impossíveis...



Quando desejamos chegar a um ponto (realizar um sonho), temos que primeiramente pensar, se de fato, vale a pena correr riscos. Começar escolhendo os caminhos possíveis, seria uma ótima opção, pois, articulando bem os caminhos, torna essa realização mais consistente. Não existem sonhos impossíveis, e sim, sonhos árduos, que leva tempo entre o momento que pensamos que podemos, até a realização, que não significa o ponto final. Nem sempre se seguirmos em linha reta, chegaremos mais rápido, pois, as voltas e os obstáculos muito tem a nos ensinar, mais importante que isso é não desanimar e não perder o objetivo. Equacionar a velocidade é fundamental, sendo que voltas implicam curvas e diminuir a velocidade nos mantém na direção correta.

Ao transformar o sonho em conjuntos de ações, alguns tentam tirar o estímulo dos sonhadores, dizendo ser impossível, que já estamos velhos e que melhor do que está não fica. Preferem ficar no comodismo e que o outrem fique também. Pensando nisso, melhor é observar quem pode compartilhar e realmente ajudar na construção dessas ações.

O importante contudo, é não importar-se com olhares, comentários ou estímulos contrários ao nosso direcionamento, seguir em frente e olhar para traz, ponderando o que de fato é necessário, faz-se importante em momentos como esse.



Autor: Leandro Vieira
Revisão: Daniele Costa

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Ritmo (parte I)

Ritmo vem do grego Rhytmos e designa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. O ritmo está inserido em tudo na nossa vida. Conceito Ritmo é o tempo que demora a repetir-se qualquer fenômeno repetitivo. Mas a palavra é normalmente usada para falar do ritmo quando associado à música, à dança, ou a parte da poesia, onde designa a variação (explícita ou implícita) da junção de sons com o tempo. Quando se rege por regras, chama-se métrica. O estudo do ritmo, entoação e intensidade do discurso chama-se prosódia e é um tópico pertencente à linguística. Na música, todos os instrumentistas lidam com o ritmo, mas é frequentemente encarado como o domínio principal dos bateristas e percussionistas. Embasando-se nestes conceitos, fica clara a importância que o ritmo tem na nossa vida, tanto através de influências tanto externas quanto internas. O desenvolvimento e aperfeiçoamento do mesmo torna-se muito importante, pois o ser humano é dependente do ritmo para todas as atividades que for realizar, como na vida diária, profissional, desportiva e principalmente na dança. O ritmo é de grande importância para os professores dança, pois ele se reflete diretamente na formação básica e técnica, na criatividade e na educação de movimento. O ritmo pode ser individual (ritmo próprio), grupal (caracterizado muito bem pela dança, o nado sincronizado e por uma série de atividades por equipe), mecânico (uniforme, que não varia), disciplinado (condicionamento de um ritmo predeterminado), natural (ritmo biológico), espontâneo (realizado livremente) e refletido (reflexão sobre a temática realizada), todas estas variações de ritmo podem ser trabalhadas com diferentes atividades. Objetivos Desenvolver a capacidade física dos educandos assim como a saúde e a qualidade de vida. Propiciar a descoberta do próprio corpo e de suas possibilidades de movimento. Desenvolver o ritmo natural. Possibilitar o desenvolvimento da criatividade para descoberta do estilo pessoal. Despertar sentido de cooperação, solidariedade, comunicação, liderança e entrosamento através de trabalho em grupo. Funções Auxiliar a incorporação técnica. Estimular a atividade. Determinar qualidade, melhor domínio e a liberdade de movimento propiciando a sua realização com naturalidade. Permitir a vivência total do movimento. Incentivar a economia de trabalho retardando a fadiga e aumentando resultados. Reforçar a memória. Facilitar a expressão total. Criar hábitos de disciplina e atitudes. Aperfeiçoar a coordenação. Permitir a produção do prazer. Texto: Leandro Vieira

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

“A educação do dançarino(a) vai além da sua variedade de passos”

Dicas do Professor Leandro Vieira

Chegando ao Baile: Ao chegar em um baile de dança, respeite quem lá
estiver, observe o ambiente cumprimente as pessoas,ouça as músicas que
estão sendo tocadas, procure um lugar confortável para ficar, que não
atrapalhe o desenvolvimento do salão, e procure não ficar nos corredores de
acesso - à pista, ao banheiro e ao bar – para não atrapalhar o
desenvolvimento do baile.

Convidando Alguém Para Bailar: O convite tem que ser feito de uma forma
educada, perguntando o nome da pessoa a ser convidada e em seguida o
convite dever ser feito (ou vise versa ), convite aceito, é hora de ir para
pista.

Entrando na Pista: Ao adentrar a pista de dança, alguns fatores devem ser
observados tais como: o ritmo que está sendo tocado,os espaços vazios na
pista – para que você entre e não atrapalhe os casais que lá estiverem - e
o sentido em que as pessoas se movimentam no salão ( anti-horário ).

Evoluções e floreios: Comece de uma maneira simples fazendo o
reconhecimento do piso e limite do seu parceiro ou parceira e, ao fazer as
evoluções e floreios, cuide para não esbarrar nos casais que estão ao seu
lado e desenvolva no sentido do salão para não travar a pista. É preciso
mais de uma música para o conhecimento do parceiro ou parceira. Tente
dançar duas ou mais músicas, convidando novamente sempre que terminar uma
música.


Término da Música: O agradecimento é primordial nesse momento e cabe os
elogios, normalmente o cavalheiro acompanha a dama até o ponto onde se
encontraram para dançar.

Fim do Baile: Gaste um tempo despedindo das pessoas presentes no baile. Se
quiser elogiar algum casal que ao seu ver dançou bem, o faça nesse momento.

“A educação do dançarino(a) vai além da sua variedade de passos”-Leandro Vieira




Bandoneón?Que Instrumento é esse?

O bandoneón é um instrumento musical de palhetas livres, semelhante a uma concertina(semelhante a um acordeon), que é o principal instrumento da orquestra de tango. O executante é chamado de bandoneonista.

O foi inventado pelo músico alemão Heinrich Band (1821-1860). O nome original alemão bandonion refere-se ao sobre nome de Band. Foi criado para ser usado na música religiosa e na música popular alemã, em contraste à concertina, que era considerada um instrumento folclórico. Imigrantes alemães levaram, no início do século XX, o bandoneon para a Argentina, onde ele foi incorporado à música local .

Estrutura do instrumento: é composto de duas placas de palhetas livres ligadas por um fole. O instrumento é executado ao abrir e fechar o fole, fazendo com que o ar passe pelas palhetas correspondentes aos botões que estejam apertados pelos dedos de ambas as mãos. Não possui um teclado cromático como o acordeão. Ao invés disso, há um conjunto de botões para cada mão. Cada botão produz notas diferentes ao abrir e fechar o instrumento. Como em cada lado a disposição das notas é diferente, é preciso aprender quatro layouts de notas diferentes para conseguir tocar este instrumento. Além disso os teclados não possuem uma seqüência escalar. Ao invés disso, os botões são dispostos para facilitar a formação de acordes. Por exemplo, três botões adjacentes podem produzir uma tríade Láb, Dó e Mib quando o fole é fechado e a tríade Sol, Sib e Ré b quando é aberto. Isso torna fácil a execução de músicas com progressões harmônicas simples como I-V-IV, mas muito difícil executar passagens melódicas e escalas.

sábado, 11 de outubro de 2008

Cartola 100 anos


Cartola


Nome Completo: Angenor de Oliveira

Data de Nascimento: 11 de Outubro de 1908

Apelido: Cartola

Origem: Rio de Janeiro,Rio de Janeiro

Pais: Brasil

Data da Morte:30 de Novenbro de 1980 (72 anos)

Genero: Samba

Gravadora: RCA

Afiliações: Noel Rosa



Doze gravações para festejar os 100 de Cartola


1. Basta de Clamares Inocência (Cartola) - Mart'nália

2. Todo Tempo que Eu Viver (Cartola)- Paulinho da Viola, Cartola & As Meninas da Mangueira

3. Festa da Penha (Cartola e Asobert) - Marcos Sacramento

4. Tive Sim (Cartola) - Luiz Melodia

5. Sem Saudades (Cartola e Francis Hime) - Francis Hime e Zélia Duncan

6. Não Quero Mais Amar a Ninguém (Cartola, Carlos Cachaça e Zé da Zilda) - Olivia Byington

7. Sofreguidão (Cartola e Elton Medeiros) - Elton Medeiros

8. Amor Proibido (Cartola) - Zé Paulo Becker

9. Partiu (Cartola) - Elton Medeiros

10. Camarim (Cartola e Hermínio Bello de Carvalho) Elizeth Cardoso

11. As Rosas Não Falam (Cartola) - Marco Pereira e Gabriel Grossi

12. O Mundo É um Moinho (Cartola) - Tira Poeira e Pedro Miranda



sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Dança de Salão no Formato Original.



Dança de Salão

É considerado dança de salão todo tipo de dança a dois, como bolero, soltinho, samba, zouk, tango. No Brasil, a dança de salão como um todo, teve o samba de gafieira como principal veiculador do estilo "a dois" no Rio de Janeiro e por conseqüência, no país inteiro. Seu ambiente de origem foi nas gafieiras e ganhou bastante divulgação no final da década de 80 quando começou a ser mais divulgada pela televisão em tramas de novelas e programas de auditório. O Samba de Gafieira ainda é popular, sendo ensinado pelo país nas escolas e nas festas juninas.

A Dança de Salão, no seu formato original é composta por três ritmos principais:

O Samba, que mantém algumas características do samba de gafieira e incorporou novos estilos e figuras, podendo ser dançado em pagodes, bossa nova ou samba rock.
O Bolero, que é mais tranqüilo, ao estilo mais antigo, também recebeu um novo formato com mais giros e pode ser dançado também em músicas atuais como MPB e baladas. Entretanto, seu charme reside principalmente nas músicas mais antigas, podendo dar a ela maior expressividade, principalmente relembrando momentos de vidas dos mais velhos. Ainda é vista como um estilo de dança um pouco careta entre muitos que não têm noção do que é a dança.
O Soltinho, que é um gênero muito divertido e é a mistura de alguns ritmos como swing, fox e outros, e que também pode ser praticado em uma grande variedade de estilos musicais. É uma ótima combinação para quem deseja começar a dançar. Muito dançado nas décadas de 1940 a 1960, sendo uma dança bem mais rápida e agitada que o bolero.

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