Quando desejamos chegar a um ponto (realizar um sonho), temos que primeiramente pensar, se de fato, vale a pena correr riscos. Começar escolhendo os caminhos possíveis, seria uma ótima opção, pois, articulando bem os caminhos, torna essa realização mais consistente. Não existem sonhos impossíveis, e sim, sonhos árduos, que leva tempo entre o momento que pensamos que podemos, até a realização, que não significa o ponto final. Nem sempre se seguirmos em linha reta, chegaremos mais rápido, pois, as voltas e os obstáculos muito tem a nos ensinar, mais importante que isso é não desanimar e não perder o objetivo. Equacionar a velocidade é fundamental, sendo que voltas implicam curvas e diminuir a velocidade nos mantém na direção correta.
Ao transformar o sonho em conjuntos de ações, alguns tentam tirar o estímulo dos sonhadores, dizendo ser impossível, que já estamos velhos e que melhor do que está não fica. Preferem ficar no comodismo e que o outrem fique também. Pensando nisso, melhor é observar quem pode compartilhar e realmente ajudar na construção dessas ações.
O importante contudo, é não importar-se com olhares, comentários ou estímulos contrários ao nosso direcionamento, seguir em frente e olhar para traz, ponderando o que de fato é necessário, faz-se importante em momentos como esse.
Autor: Leandro Vieira
Revisão: Daniele Costa
Ao transformar o sonho em conjuntos de ações, alguns tentam tirar o estímulo dos sonhadores, dizendo ser impossível, que já estamos velhos e que melhor do que está não fica. Preferem ficar no comodismo e que o outrem fique também. Pensando nisso, melhor é observar quem pode compartilhar e realmente ajudar na construção dessas ações.
O importante contudo, é não importar-se com olhares, comentários ou estímulos contrários ao nosso direcionamento, seguir em frente e olhar para traz, ponderando o que de fato é necessário, faz-se importante em momentos como esse.
Autor: Leandro Vieira
Revisão: Daniele Costa
